• Carlos Eugênio dos Santos Lemos

Aras rejeitou investigar Bolsonaro por cheques de Queiroz na conta de Michelle

O PGR enviou um oficio ao Decano do STF, ministro Marco Aurélio Mello. Chefe da procuradoria disse que não existe indícios de crime contra o presidente no caso.


Em manifestação enviada ao STF pelo chefe da PGR, Augusto Aras, na última quinta-feira (06/05/2021) encerrou mais uma tentativa de investigar os cheques de Fabrício Queiroz depositados na conta da Primeira-dama Michelle Bolsonaro.


Em agosto do ano passado, depois de a sequência de depósitos no valor de 89.000 reais vir a público, o advogado Ricardo Bretanha Schmidt acionou o STF para que Bolsonaro fosse investigado por crime de peculato.


Augusto Aras em seu oficio, descartou a investigação ao presidente da república mesmo com “supostas relações espúrias entre o senador Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz”. Segue: “É notório que as supostas relações espúrias entre o senador Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foram objeto de denúncia na primeira instância em desfavor de ambos”, escreveu Aras. “Inexiste notícia, porém, de que tenham surgido, durante a investigação que precedeu a ação penal em curso, indícios do cometimento de infrações penais pelo presidente da República”, disse o PGR.

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