• Elisa Costa

IBGE revela aumento de 6,1% no número de empresas ativas no Brasil antes da pandemia

Mesmo tendo mais pessoas com a mão na massa, os salários e outras remunerações encolheram 0,7% em 2019, totalizando R$ 1,8 trilhão.


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE) referentes ao ano de 2019 e revelou um crescimento no número de companhias e instituições formais ativas.


Em 2019, o número total de empresas era de 5,2 milhões. Em comparação com o ano de 2018, houve um aumento de 6,1%, que contabiliza mais de 300 mil negócios a mais. Negócios com pelo menos uma pessoa ocupada tiveram alta de 3,4%, que contabiliza mais de 160 mil unidades a mais.


O número de pessoas assalariadas cresceu 1,7% e o de sócios e proprietários cresceu 3,6%. O setor administrativo e de serviços criaram cerca de 188 mil novos empregos, e o setor de educação perdeu aproximadamente 40 mil. Já as empresas que participam do comércio exterior, apenas 0,4% representavam as exportadoras e 10,8% de trabalhadores assalariados do número total.


Alguns dos setores analisados pelo IBGE foram os de Atividades profissionais, científicas e técnicas; Comércio: reparação de veículos automotores e motocicletas; Administração Pública, defesa e seguridade social; Indústrias de transformação, Atividades administrativas e serviços complementares; entre outros.


As estatísticas unem as informações vindas do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas - eSocial, que deve substituir a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).


O espaço feminino


A porcentagem de mulheres assalariadas ficou em 44,8% em 2019, enquanto os homens marcaram presença no mercado em 55,2%. Além disso, as mulheres recebem cerca de 17,5% menos que o salário médio mensal que os homens.

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